Antes e depois do Everest

by Patricia Paladino 4. junho 2009 06:45

 

   Caros membros da expedição O Meu Everest,

Olha nossa bandeirinha aí de novo! Isso significa que este post ainda é sobre a expedição do Morey. Antes de embarcar para o Everest, ele havia me enviado uma foto, dizendo que mandaria a segunda assim que retornasse. E fez isso hoje!

Antes:

 

Depois:

É mole? Spa Everest! Segundo o Luciano, Morey perdeu oito quilos. O que é a média normal (entre oito e 12 quilos) de perda de massa muscular, principalmente.

A outra novidade é: está chegando o Chopp do Morey em terras cariocas. Falei com ele agora há pouco e ele vai marcar - semana que vem ou na próxima.

Namastê!

UPDATE: Acabei de enviar a entrevista pro Morey, com as minhas perguntas e todas as perguntas dos membros de nossa expedição. Até brinquei que não é uma entrevista, é um interrogatório! Ficou gigante, portanto vamos dar bastante tempo pra ele conseguir responder.....

 

4.5 ponto(s). Avaliado por 2 pessoas

  • Currently 4,5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags:

Respirando ar puro!

by Patricia Paladino 3. junho 2009 07:37

  

Depois de nosso ótimo debate sobre a ética na montanha, precisamos respirar bons ares! Porque esse ar do anti-ético é, definitivamente, rarefeito demais pra gente!!

Então publico a segunda parte de uma série que bolei para o blog: os Heróis do Everest. Chamo de heróis porque são pessoas que, de um jeito ou de outro, fazem ou fizeram a diferença na montanha – seja por suas habilidades técnicas, seja por suas qualidades humanas.

Com o gancho de nosso debate, vou falar de uma dupla que leva a ética e a compaixão acima de qualquer cume: os Benegas Brothers. Um deles nós conhecemos durante a escalada do Morey: é Willie Benegas, que foi guia da Jagged Globe este ano.

Heróis do Everest – Parte 2: Benegas Brothers

Quem é quem? Eles são idênticos! Tanto no rosto como no caráter...

Guillermo (Willie) e Damian Benegas são gêmeos de 41 anos, com mais de 20 anos de experiência em montanhismo. Juntos, eles têm a empresa Patagonian Brothers – por terem nascido no “coração selvagem” da Patagônia.

Filhos de uma família abastada, eles tinham uma vida boa em Buenos Aires durante a infância. Entretanto, por problemas políticos, seu pai teve tudo o que tinha confiscado pelo governo. E a família voltou à Patagônia, onde passou a dividir (pai, mãe e os gêmeos) um pequeno trailer. Na dificuldade, o contato com a natureza despertou nos meninos o amor pela aventura. E eles começaram a escalar. Sempre juntos.

Aos 21 anos, se mudam para os Estados Unidos e passam a escalar as enormes paredes de Yosemite – chegaram a fazer mais de 40 cumes no El Capitan. Embora continuassem a escalar juntos, cada um seguiu para seus próprios cumes, na América do Sul, América do Norte, Alpes, África e, claro, Himalaia. Passaram a trabalhar como guias para grandes expedições e abriram sua Patagonian Brothers Expeditions (Willie tem oito cumes do Everest nas costas e mais de 50 ascensões ao Aconcágua).

A habilidade desta dupla é lendária. Mas outra faceta dos gêmeos está à frente de qualquer recorde: a capacidade que os dois têm de colocar uma vida humana – qualquer que seja, mesmo desconhecida – acima de qualquer objetivo pessoal.

Portanto, vou contar três histórias sobre esses dois.

Damian (esquerda) e Willie com dois clientes da Patagonian Brothers Expeditions

Uma delas a gente ouviu de quem presenciou: em um de seus posts, Carlos Morey mostrou-se muito bem impressionado com a atitude de Willie Benegas quando do episódio do sherpa envenenado por uísque com metanol. Morey disse: 

“O que surpreendeu de verdade foi o comportamento do nosso guia argentino, Willie Benegas. Desde a notícia do envenamento pelo whisky dos sherpas, ele não sai da tenda do hospital. Passou a noite ao lado do sherpa. A sua preocupação com o local (segurança, poluição etc) e com os sherpas é impressionante. Ele vê um sherpa sem crampom ou sem cadeirinha num lugar perigoso, e logo chama a atenção. E depois chama o chefe dele para conversar. Parabéns... Não é à tôa que tem sete cumes do Everest...” Nota: quando Morey escreveu isso, Willie ainda não tinha atingido o cume pela oitava vez... 

Esta é a “vida normal” de Willie Benegas na montanha. Por sua grande experiência no Everest, e pela preocupação constante com expedições ou montanhistas mal preparados, ele sempre está de olho no que está acontecendo. E sempre auxilia quem ele vê que precisa. Foi assim em 2004, quando reconheceu o guia argentino Gustavo Lisi, que levava, de forma negligente, seu cliente Nills Antezana montanha acima. Por várias vezes ele chamou o guia em um canto, e colocou-se à disposição para qualquer eventualidade – que a vaidade de Lisi fez questão de ignorar.

Willie Benegas

                

À direita, Willie Benegas comemora seu quarto cume no Everest

                 

Willie no Campo Base e com seu amiguinho Tony 

Pois bem: a segunda história é sobre esta mesma temporada, e sobre estes mesmos personagens – só que com o outro Benegas, Damian. Essa história é contada em High crimes. Em 2004, este guia argentino, Gustavo Lisi, guiava o médico boliviano Nills Antezana ao cume. Na descida, os dois sherpas e o guia abandonaram Nills na Plataforma Balcony e desceram ao Campo 4. O corpo de Antezana nunca foi encontrado.

Na agonia de saber notícias de seu pai, Fabiola Antezana enviou e-mails desesperados a todas as expedições presentes no Everest naquele ano. E também para os sites EverestNews e para o MountEverest.net, que faz parte do portal ExploresWeb. Através deste último, um escalador em Salt Lake City, Estados Unidos, soube do caso. E ligou para Fabiola Antezana. Era Damian Benegas.

Ele se apresentou e disse que seu irmão estava no Everest. Que ia saber o que afinal estava acontecendo. Após falar com Willie, e saber que o guia era o famigerado Gustavo Lisi, Damian (que não havia seguido para o Everest porque estava preparando a próxima expedição dele e de Willie ao Paquistão), ligou novamente para Fabiola.

O diálogo foi mais ou menos assim:

- Seu pai realmente não desceu com o guia. Alguma coisa muito grave aconteceu – disse Damian.

- Eu vou para Kathmandu. O que eu devo fazer, a quem devo procurar? – perguntou Fabiola.

- Você deve me esperar no aeroporto em Kathmandu. Eu vou com você – respondeu Damian.

Estes são os Benegas. Damian deixou de lado a organização da expedição, catou uns dólares, colocou duas cuecas e uma meia numa mochila e cruzou meio mundo para ajudar uma pessoa que nunca havia visto na vida.

Chegando a Kathmandu, ficou o tempo todo junto a Fabiola e seu marido, entrevistando quem voltava do Everest, investigando o que havia acontecido, e até mesmo (por conhecer a fama do tal guia e por sua própria experiência em altas montanhas) desmentindo os argumentos fajutos de Lisi ao encontrar a família na capital nepalesa. Ao descer da montanha, Willie juntou-se ao grupo na investigação.

Damian Benegas

    

Damian "pilota" um dos helicópteros da expedição, para o aparente desespero do passageiro do meio...

      

Damian subindo a Face do Lhotse, no Everest, e liderando uma escalada em rocha

A terceira história:

Em 2003, quando se comemorou os 50 anos da primeira ascensão ao Everest de Hillary e Tenzing, a montanha estava uma balbúrdia. E os Benegas Brothers estavam lá. Mas para escalar o Nuptse, o primo-pobre do Everest.

O Nuptse (7.855 metros) é uma linda e difícil montanha, mas, por estar ao lado de dois gigantes de 8.000 metros (o Lhotse e o Everest), passa despercebida. Willie e Damian dividiram o Campo Base com as expedições ao Everest, mas tomaram seu rumo ao cume do Nuptse enquanto os outros buscavam os holofotes do Jubileu na montanha mais alta do mundo.

Por sua difícil escalada ao Nuptse – eles abriram a rota conhecida como Crystal Snake, tecnicamente muito difícil –, os irmãos Benegas receberam o Climbing Accomplishments of The Year, o Golden Piton Award e o título de The Most Significant Climbs de 2003 do Alpine Journal. Enquanto isso, mais de mil alpinistas brigavam por um pedacinho do Everest.

Neste ano, os helicópteros iam e vinham trazer e buscar alpinistas no Campo Base – afinal, as maiores expedições e seus ilustres clientes não estariam de fora neste ano de comemoração. Um desses helicópteros bateu em algumas pedras e despedaçou-se muito próximo ao Campo Base. Dois nepaleses morreram na hora e outros passageiros ficaram seriamente feridos. Os irmãos Benegas foram os primeiros a correr em direção ao helicóptero – ignorando o perigo que eles mesmos corriam. Retiraram os feridos de dentro do helicóptero, e os colocaram em um outro, em direção a Kathmandu.

Ao retornar à sua barraca, Willie não pensou duas vezes: pegou sua mochila e seu passaporte e saiu daquele cenário o mais depressa que pôde – era demais para ele aquela confusão que custava cada vez mais vidas. Damian só permaneceu porque sua namorada ainda estava na montanha. Mas calou-se, e ficou dentro de sua barraca esperando o retorno da namorada.

Dá para ter um pouco de esperança com essas histórias, não?

Namastê!

5.0 ponto(s). Avaliado por 4 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags:

Sobre 'High crimes' - parte 2

by Patricia Paladino 1. junho 2009 16:17

   Caros membros,

Fechando a resenha sobre o livro High crimes, de Michael Kodas, hoje queria colocar uma questão que vem sendo debatida mil vezes neste esporte, principalmente em relação às grandes montanhas: a ética no alpinismo.

Alguém já disse que "você é no Everest o que você é fora do Everest" - não me lembro quem disse a frase, mas acho perfeita. É claro que é o que todos pretendem: levar para a montanha o caráter, a personalidade, a bondade e a compaixão que se tem ao nível do mar. Só que alguns não conseguem - pelos mais variados motivos. E então temos o primeiro impulso de colocar todos no mesmo saco. Julgar este ou aquele ato, esta ou aquela pessoa como herói ou vilão de uma história. Como se fossem, todos - mortos e quem sobrevive -, simplesmente isso: personagens dos livros de aventuras no Everest que lemos.   

Digo isso pelo seguinte: o livro de Kodas aborda três fatos, um ocorrido na temporada de 2004 e outros dois, na temporada de 2006 no Everest. Muitos já devem saber do que se trata: o primeiro é a morte do alpinista americano Michael Matthews, de 22 anos - que morreu, aparentemente, por falha de seu equipamento de oxigênio na descida do cume pelo lado Sul nepalês. O segundo caso é o de David Sharp, em 2006. Subindo sozinho (ele apenas estava ligado a uma expedição internacional para conseguir a permissão), sem sherpas ou companheiros de escalada, e pretendendo fazer o cume sem oxigenio artificial, David sucumbiu a 250 metros acima do Campo 4 (pelo lado Norte) e a 450 metros do cume.

O terceiro caso é o resgate de Lincoln Hall, alguns dias após a morte de Sharp. Ele ficou para trás de sua expedição, os dois sherpas que o acompanhavam desceram (imaginando que Hall já estivesse morto). Mas ele atravessou a noite sentado abaixo do Segundo Escalão - já bem próximo ao topo - até ser encontrado pela expedição de Dan Mazur, no dia seguinte.

        

             Michael Matthews (esquerda na foto)                              David Sharp                           Lincoln Hall

São fatos que mostram um pouco como o conceito de "ética" é um pouco diferente do que costumamos ter aqui embaixo. Os três casos tiveram uma repercussão enorme na mídia quando aconteceram. E perspectivas bem diferentes.

No caso de Michael Matthews, o livro mostra, com bastante clareza, que o problema de travamento do equipamento de oxigênio se deveu, basicamente, a uma fraude absurda provocada pelo fornecedor Henry Todd - alguns o chamam de "The Toodfather" do Everest, numa alusão ao Poderoso Chefão. Pois ele era fornecedor exclusivo de cilindros de oxigênio para todas as expedições ao Everest. Tinha o monopólio do fornecimento há muitos anos. Todos os seus cilindros, segundo ele, eram da marca russa Poisk, considerada a melhor do mercado (e que não tinha conhecimento dessa "exclusividade"). O que não se sabia - até então - é que, na verdade, ele apenas utilizava as garrafas Poisk. O conteúdo - o oxigênio que irá salvar ou tirar a vida dos alpinistas lá em cima - era um "refil", de oxigênio processado (de forma inadequada) na Índia.

Não há como me alongar neste assunto senão o post fica gigantesco. Mas quem quiser saber mais, é só procurar no Google pelo nome. A história dele não é escondida de ninguém (inclusive seu envolvimento com tráfico de drogas na Europa e seus anos na prisão). O site www.mounteverest.net foi implacável para desmascarar quem eles chamam de "a pessoa mais perigosa das altas montanhas". O que é significativo aqui é: o caso de Michael Matthews foi assassinato - e premeditado... Tanto que Todd, mesmo nunca tendo subido muito alto no Everest, fez questão de "tentar o resgate" de Matthews - ou apagar qualquer prova de sua culpa.

O segundo caso, o de David Sharp, tornou-se um debate acirrado nos Estados Unidos: sozinho, sem acompanhante algum, ele caiu próximo ao que se costumava chamar de "a caverna do Botas Verdes" - uma referência ao cadáver de um alpinista indiano que morreu no mesmo lugar e que, calçando um par de botas verdes, tornou-se uma espécie de "marco" no caminho para o cume durante anos. O Green Boots. Uma referência, apenas.

Pois dezenas de alpinistas passaram por Sharp em seu caminho para o topo - calcula-se 40. Todos, de uma forma ou de outra, por um motivo ou outro, o ignoraram e seguiram em frente. Mais tarde, na descida, alguns tentaram administrar oxigênio, dar alguma bebida quente ou colocá-lo de pé. Mas ele estava inconsciente, com os membros e o rosto já totalmente congelados e não conseguiu reagir a nenhuma tentativa. Já era tarde demais, e ele morreu pouco depois.  

 

A "Green Boots Cave", onde Sharp abrigou-se por exaustão e por onde 40 alpinistas passaram rumo ao topo, ignorando sua presença. O cadáver do alpinista indiano conhecido como Green Boots foi retirado em 2007, durante o resgate do corpo de Sharp

 

O terceiro caso é o de um "resgate heróico". Lincoln Hall foi deixado inconsciente no pé do Segundo Escalão, alguns dias após a morte de David Sharp. Conseguiu suportar uma noite sob o frio e o vento e, no dia seguinte, foi encontrado pelo guia Dan Mazur e seus dois clientes, que rumavam ao cume. A descrição do diálogo quando Mazur o encontrou chega a ser surreal. É algo como:

- O que você está fazendo aqui? - perguntou Mazur.

- É o que eu gostaria de saber... - respondeu Hall, delirante e afetado pela hipoxia.

- Você sabe me dizer seu nome?

- Oh, isso eu posso dizer: meu nome é Lincoln Hall. E você pode me dizer como é que eu faço para sair daqui?

Mazur imediatamente abortou sua subida (para contrariedade dos clientes), chamou pelo rádio os sherpas que se encontravam no último acampamento de altitude e conseguiu levar Hall em segurança até o Campo 4. Foi aclamado pela imprensa internacional como herói.

 

Hall e suas ulcerações devido ao congelamento, no Campo 4 do lado Norte, após o resgate

O que eu queria refletir com os membros da expedição é: quem foi ético? Quem foi anti-ético? Quem foi algo muito pior? E há algum herói?

Acho que há unanimidade quanto à negligência de Todd na questão da falsificação de oxigênio. Mas não se pode dizer que ele tenha sido apenas "anti-ético". No caso de Sharp, o que podemos dizer dos 40 alpinistas que passaram por ele - na ida e na volta do cume -, vendo-o ainda vivo e subindo ou descendo sem efetuar um resgate?

Este é, na minha opinião, o caso que merece maior reflexão dos três. Uma coisa é abandonar alguém em uma montanha quando há possibilidade de resgate. Outra é ter de abandonar um alpinista que não consegue descer sozinho. Não sei se, na época, houve distinção entre essas pessoas que aparentemente viraram as costas para David Sharp. Me parece que não: todos foram acusados - inclusive Russel Brice, um dos guias de expedição que mais auxiliaram em resgates e se colocaram à disposição de alpinistas ou de expedições em apuros no Everest - de abandono, negligência, falta de ética, de compaixão e de muitas outras coisas.

O que significa descer com alguém inconsciente, incapaz de andar sozinho, por escarpas rodeadas de abismos e descidas íngremes, quando você mesmo está à beira da exaustão? Será que isso é possível? Será que muitos os que atravessaram o caminho de Sharp não têm até hoje a imagem do homem que deixaram morrer porque simplesmente não poderiam ou não conseguiriam salvar?

Muitos podem ter ignorado o homem moribundo respirando fracamente ao lado de um cadáver já "conhecido por todos" simplesmente porque pagaram muito dinheiro para atingir o cume e não iriam desistir naquele momento. Outros podem ter deixado o homem moribundo à própria sorte por estarem tomados pela chamada "febre do cume", um mal que acomete a muitos alpinistas que estão próximos ao objetivo. A estes, nada - nem mesmo a morte de outra pessoa ou a sua própria morte iminente, ignorando os riscos por conta da "febre" - os faz parar.

No caso de Lincoln Hall: Dan Mazur foi realmente um herói? Ou simplesmente fez o que qualquer pessoa faria ao ver alguém caído na calçada de sua rua, tendo um enfarte? Estando forte o suficiente, com auxiliares fortes o suficiente (como os sherpas) e em condições de organizar o resgate, simplesmente fazê-lo? Há heroísmo? Ou apenas um ato normal de um ser humano?

É difícil pensar nessas coisas. Fica um pouco mais fácil fazer qualquer julgamento daqui, diante do computador, com um copo de Coca Light ao lado e a 20º de temperatura. Muito mais difícil é decidir entre a vida e a morte (a sua e a de outros) a 8 mil metros de altura, com a mente afetada pela altitude, o corpo à beira do colapso.

Mesmo assim, o que eu penso, sempre que leio algum relato de uma morte ou de um resgate extraordinário no Everest, é: "o que isso quer dizer?". É isso o que eu gostaria que vocês me ajudassem a pensar...

Namastê.  

3.7 ponto(s). Avaliado por 7 pessoas

  • Currently 3,714285/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tags:

Site desenvolvido por ELIAS LUIZ   -    Servidor Dedicado BABOO   -   BlogEngine.NET 1.4.5.0

Um 'dispatch' inicial de LUCIANO PIRES

Quando lancei o site O MEU EVEREST tive a intenção de registrar a viagem que transformou minha vida. Durante sete anos o site cumpriu sua função mas sempre me incomodou por ser algo estático. Imutável. Sem movimento, sem atualizações. Em 2008 coloquei no ar um MURAL para comentários dos visitantes mas queria mais. Queria que notícias do Everest estivessem presentes. Queria que o conhecimento sobre o Everest - e não apenas minha experiência – fosse compartilhado com quem tivesse sido picado pelo bichinho do montanhismo. E então comecei uma busca por alguém que pudesse ajudar nessa missão.  

E em janeiro de 2009 fuçando na internet encontrei a Patricia. Convidei-a a assumir o posto de editora do BLOG O MEU EVEREST e o resultado está aqui. Seja bem vindo ao nosso Everest. Luciano Pires

Sobre a autora do blog: PATRICIA PALADINO

Patricia Paladino é jornalista, com experiência de 12 anos no Jornal do Brasil e seis anos com comunicação corporativa.

Em 1997, "desbravou" o Everest pela primeira vez. E a partir daí virou, por paixão, uma estudiosa do assunto. Nunca escalou o Everest, mas se um dia o fizesse, reconheceria todas as gretas, os séracs, os marcos do caminho. Afinal, já esteve lá muitas e muitas vezes... cada vez que lê, vê ou escreve sobre o assunto.

Everest, Luciano Pires, Acampamento Base, Kathmandu, Nepal, Tibet, China

    RecentComments

    Comment RSS